O que é um site para indústria e para que serve em vendas B2B?
É o catálogo técnico da fábrica publicado em página: uma página por linha de produto com material, faixa dimensional, acabamento, lote mínimo e norma, mais a ficha para baixar e um caminho até o comercial. Ele não fecha venda: ele coloca a fábrica na lista curta de fornecedores que o técnico monta antes de qualquer contato.
Por que ter site se as vendas são feitas por representante ou indicação?
Porque os dois canais cobrem coisas diferentes. O representante faz relação, visita e negociação, e nada substitui isso. O catálogo publicado alcança o comprador de outro estado que nunca ouviu falar da fábrica e que jamais entraria na rota de ninguém. Quem trata isso como disputa perde o melhor dos dois.
Como o site ajuda a entrar na lista de fornecedores de empresa grande?
Publicando os critérios pelos quais o comprador elimina fornecedor, na ordem em que ele elimina: material processado, faixa dimensional e tolerância, lote mínimo e certificações. Quem tem isso escrito é avaliado sozinho, sem precisar de ligação. Quem não tem exige que o técnico ligue para descobrir o básico, e ele quase nunca liga.
Site para indústria vale a pena para quem vende produto sob medida ou insumo bruto?
Vale, e muitas vezes mais, porque nesses casos o que se vende é capacidade e não catálogo. A página passa a publicar maquinário, materiais processados, faixa dimensional e tolerância, que é exatamente o que o cliente com desenho na mão precisa conferir antes de mandar cotar. Sem isso publicado, ele não tem como saber se a sua fábrica atende o desenho dele.
Quanto o site traz de retorno comparado ao custo de um vendedor externo?
Não publicamos essa comparação porque ela depende do seu ticket, da sua região e da sua estrutura, e qualquer número aqui seria inventado. O que dá para publicar é o custo do lado da agência: R$ 4.000 no primeiro ano no degrau de entrada e R$ 1.500 por ano depois. A comparação com o custo do seu vendedor é uma conta que só você tem os dados para fazer.
Como saber se o investimento vai se pagar e em quanto tempo?
Divida o custo do primeiro ano pela margem de um pedido médio seu. O resultado é quantos pedidos por ano cobrem o investimento. Em indústria de ticket alto essa conta costuma fechar com um único pedido; em fábrica de ticket baixo e volume, ela precisa de bem mais e a resposta honesta pode ser não. Quem crava prazo de retorno sem saber a sua margem está chutando.
Qual a diferença entre um site de R$ 1.500 e um projeto industrial?
A diferença não é o design: é quanta informação técnica existe em texto. O site barato entrega fachada, texto institucional e página de contato, o que não é achado por ninguém porque não existe busca cuja resposta seja a apresentação de uma fábrica. O projeto industrial publica especificação linha por linha, que é o que o técnico digita.
Quanto custa fazer um site para indústria com catálogo e cotação?
Começa em R$ 2.500 de entrada mais R$ 125 por mês, para até 10 páginas, que atende a fábrica com poucas linhas ou que vende capacidade. Catálogo grande com várias famílias e ficha por item costuma cair na faixa de 11 a 60 páginas, R$ 6.000 mais R$ 600 por mês. Indústria com muitas famílias ou mais de uma planta, R$ 12.000 mais R$ 600 por mês.
Quanto tempo demora para o site da indústria ficar pronto?
Não publicamos prazo fixo, e essa é uma escolha. Quem crava data antes de ver quantas linhas de produto entram cumpre atrasando. O prazo do seu caso sai na primeira conversa, com data, depois de olharmos o material técnico que a fábrica já tem. Prazo dito antes do escopo é a promessa mais quebrada do mercado.
O que exatamente está incluído no projeto?
Uma página por linha de produto com a especificação em texto, ficha técnica para baixar, filtro por categoria ou material, página de capacidade produtiva e certificações, formulário de cotação com contexto técnico e o domínio no nome da indústria. Configurador com preço, integração com ERP e portal logado do cliente não fazem parte, e estão listados nesta página.
Existe mensalidade alta ou porcentagem sobre cotação fechada?
Não existe nenhuma porcentagem sobre cotação, pedido ou faturamento: a Sturm Agency não encosta no que a fábrica vende. Os custos são a entrada, a manutenção mensal fixa e o domínio, cerca de R$ 40 por ano pagos direto ao Registro.br. A manutenção não muda porque a fábrica fechou um contrato grande.
Como o comercial recebe os pedidos de cotação que chegam pelo site?
Pelo canal que a fábrica já usa. O formulário envia o pedido para o e-mail que o comercial acompanha, já com o produto e o contexto técnico preenchidos, e o botão de conversa abre a mensagem com a linha de produto nomeada. Não criamos uma caixa de entrada nova nem um sistema que alguém precise aprender a olhar.
É fácil atualizar o catálogo e cadastrar produto novo?
Neste projeto a fábrica não cadastra: manda a mensagem com o material e a alteração é feita, dentro da mensalidade e sem cobrança por item. Produto novo, tabela revisada e ficha técnica atualizada entram na manutenção. Se o que a indústria quer é um painel para a equipe publicar sozinha, isso é outro tipo de projeto e a gente resolve isso na primeira conversa.
Se eu precisar de ajuste depois do site no ar, quem atende?
O atendimento faz parte da manutenção mensal e não é cobrado por chamado. O que esta página não faz é prometer tempo de resposta com hora marcada, porque plantão com prazo cravado é compromisso que a Sturm Agency não fechou, e escrever aqui o que não se cumpre é o começo de todo projeto que dá errado.
Vale a pena contratar agência de marketing para indústria PME?
Vale quando a agência publica especificação em texto e entende que o site industrial não vende, qualifica. Não vale quando ela trata produto industrial como produto de varejo, ignora lote mínimo, tolerância e norma, ou promete número de cotações. Peça para ver como ela trata esses dois pontos antes de fechar qualquer coisa.
O que precisa ter no site de uma fábrica para vender mais no B2B?
Especificação publicada em texto e não trancada em PDF, uma página por linha de produto, ficha técnica disponível para baixar, capacidade produtiva e maquinário declarados, certificações que a empresa realmente tem, e um formulário de cotação que peça contexto técnico. Se faltar orçamento, corte a página institucional antes de cortar qualquer um desses.
Como provar o retorno de um site industrial antes de contratar?
Não dá para provar antes, e desconfie de quem diz que dá. O que dá para fazer é tornar a decisão calculável: o custo está publicado, a sua margem por pedido você já conhece, e a divisão entre os dois diz quantos pedidos por ano cobrem o investimento. Leve essa conta para a reunião com os sócios; ela é feita com números seus e não com promessa de agência.
Meu catálogo é um PDF pesado. Isso resolve?
Resolve, e é o item de maior retorno do projeto, porque o material já existe. O trabalho é publicar o conteúdo do arquivo em páginas, linha por linha, mantendo o PDF disponível para quem quiser levar para reunião. Assim a mesma tabela dimensional passa a ser encontrada por quem digita aquela medida, em vez de ficar trancada num arquivo que ninguém baixa.
Em que caso o site industrial não vale a pena?
Em três: quando a fábrica está com capacidade esgotada e fila de pedidos, porque aí falta máquina e não demanda; quando o faturamento vem de dois ou três contratos longos e cativos, porque o problema ali é concentração e se resolve comercialmente; e quando não existe ninguém para responder a cotação que chegar. Site que gera pedido e ninguém responde é pior que site nenhum.
A agência escreve a ficha técnica dos meus produtos?
A gente organiza, escreve e publica a informação técnica que a fábrica fornece, mas não inventa especificação. Tolerância, lote mínimo, norma atendida e faixa dimensional saem de quem mede e produz, e a revisão final é sempre de alguém técnico da indústria, porque medida errada publicada no site vira cotação errada e o prejuízo é seu.