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Site para indústria

Quem pesquisa
não é quem assina.
É o técnico.

No B2B a lista de fornecedores é montada por um engenheiro ou por um comprador antes de qualquer conversa, e ele monta essa lista na busca. A Sturm Agency constrói o catálogo técnico da sua indústria: linha de produtos, ficha de especificação e o caminho até o comercial, escrito para quem lê especificação.

A partir de R$ 2.500 + R$ 125/mês

industria.com.br › linha de produtos › perfil estrutural
Perfil estruturalAço carbonoSob desenho
Perfil estrutural laminado, linha de exemplo
MaterialAço carbono
BitolasConforme tabela
AcabamentoNatural ou pintado
Lote mínimoInformado na ficha
Norma aplicávelDeclarada por produto
Prazo de fabricaçãoSob consulta técnica
Pedir cotaçãoBaixar ficha técnica
Peça de exemplo. Os campos ilustram o formato da ficha; o conteúdo real de cada linha é informado pela indústria.

Material, bitola, acabamento, lote mínimo e norma. É o que o técnico precisa para te colocar na lista, e é o que quase nenhum site de fábrica publica.

O ângulo desta página

A conta do vale a pena,
com metade em branco.

O que a Sturm Agency sabe, e o que só a sua indústria sabe
Entrada do projeto, degrau de entradaR$ 2.500
Manutenção, doze mesesR$ 1.500
Custo do primeiro anoR$ 4.000
Margem de um pedido médio seuvocê preenche
Pedidos por ano para cobrirvocê preenche
Se esse número é plausível no seu setorvocê decide
Metade da conta é certa. A outra metade não é nossa para inventar
Se um pedido por ano cobre, a conta fecha. Se precisar de trinta, não contrate.
Como a sua fábrica entra na lista

A lista de fornecedores
é montada antes
da primeira ligação.

93% dos consumidores pesquisam na internet antes de decidir uma compra, segundo o State of Search Brasil, da Hedgehog Digital com a Opinion Box. E 58% começam essa pesquisa no Google, segundo o E-commerce Trends da Octadesk com a Opinion Box. No B2B quem faz essa busca costuma não ser quem assina o pedido.

93%
pesquisam antes de decidir
O técnico monta a lista

Engenheiro, projetista ou comprador procura quem fabrica aquilo, com aquela especificação, naquela faixa de volume. E monta uma lista curta.

A lista sobe para quem decide

Quem não estava na busca não entra na lista, e quem não entra na lista não é cotado. A decisão acontece sobre um conjunto que já foi filtrado.

Só então alguém liga

A primeira conversa acontece com a fábrica já pré-aprovada tecnicamente. É por isso que a cotação chega quente quando chega.

Feira, catálogo impresso e representante são o modelo antigo de ser encontrado. Cada um tem custo alto e alcance limitado; a busca funciona o ano inteiro e não cobra diária.

Por que o site da fábrica não traz cotação

Foto da fachada não
é especificação
técnica.

O site industrial mais comum do país mostra o prédio, fala de qualidade e compromisso, e esconde exatamente as informações que fariam o técnico colocar a fábrica na lista.

o site de indústria que a maioria das agências entrega
Foto aérea da planta e "qualidade, tradição e compromisso"
Ocupa a tela inteira e não diz o que a fábrica produz nem em que faixa de especificação.
Ninguém pesquisa isso. O técnico procura o produto, não a empresa.0 buscas
Catálogo em PDF de trinta megabytes
O produto inteiro está lá dentro, e nada dele existe para a busca porque a busca não lê PDF pesado como página.
Baixar catálogo é atrito, e o técnico apressado abre a próxima fábrica.invisível
"Produtos" como uma lista de quatro palavras
Usinagem, estamparia, caldeiraria, montagem. Sem material, sem tolerância, sem faixa dimensional, sem lote.
Não dá para saber se a sua fábrica atende o desenho dele.não qualifica
Uma página por linha de produto, com a especificação escrita
Material, faixa dimensional, acabamento, lote mínimo, norma aplicável, e a ficha técnica disponível para baixar.
O técnico se qualifica sozinho e pede cotação já sabendo que serve.entra na lista

A diferença não é design: é quanta informação técnica existe em texto na página, e quanta ficou trancada dentro de um arquivo.

Por que o catálogo em PDF é o maior desperdício do site industrial

Quase toda indústria já pagou por um catálogo bem feito, com foto, tabela dimensional e norma. E quase toda indústria coloca esse catálogo no site como um arquivo para baixar, o que na prática significa que ele deixa de existir para quem procura. A informação mais valiosa da empresa fica trancada num formato que a busca não indexa como conteúdo e que o técnico só abre se já estiver convencido.

O caminho não é apagar o PDF: é publicar o conteúdo dele em página, linha por linha, e manter o arquivo disponível para quem quiser levar para uma reunião. Assim a mesma tabela dimensional passa a ser encontrável por quem digita aquela medida, e o catálogo continua cumprindo o papel dele no processo comercial.

É também o item de maior retorno num projeto de site industrial, justamente porque o material já existe. A fábrica não precisa produzir nada novo: precisa que alguém transforme o que já está pronto em páginas que possam ser achadas.

Vale a pena? A resposta honesta

A gente publica
o custo. O retorno
é você que calcula.

Toda agência responde essa pergunta com um número inventado: o site se paga em X meses, gera Y cotações. Ninguém tem como saber isso sobre a sua fábrica. O que dá para fazer é publicar o lado que é certo e mostrar exatamente como você fecha o outro.

Na conta entraO que a Sturm Agency sabeO que só a sua indústria sabe
EntraO custo Nós sabemosR$ 2.500 de entrada mais R$ 125 por mês no degrau de entrada. R$ 4.000 no primeiro ano, R$ 1.500 por ano depois. Só você sabeNada. Este lado da conta está fechado e publicado
EntraO que um pedido vale Nós sabemosNada. Ticket de fábrica varia de centenas a centenas de milhares conforme o setor. Só você sabeA margem de um pedido médio seu, que é o número que decide tudo
EntraQuantos pedidos cobrem Nós sabemosNada, e é exatamente aqui que o mercado inventa número. Só você sabeDivida R$ 4.000 pela sua margem por pedido. O resultado é a conta
EntraSe esse número é plausível Nós sabemosNada sobre a demanda do seu setor, o seu histórico e a sua capacidade. Só você sabeSe um pedido a mais por ano é razoável ou se precisaria de trinta

Numa indústria de ticket alto essa conta costuma fechar com um pedido. Em fábrica de ticket baixo e volume, ela precisa de mais, e aí a resposta honesta pode ser não.

Quando a resposta honesta para "vale a pena" é não

Existem casos em que o site industrial não é a prioridade e dizer isso custa uma venda. A fábrica que trabalha com capacidade esgotada e fila de pedidos não precisa de mais demanda: precisa de capacidade, e o dinheiro rende mais em máquina. A fábrica que fornece para dois ou três clientes cativos, com contrato longo, também não: ali o risco é de concentração, e isso se resolve comercialmente antes de se resolver com página.

O terceiro caso é o mais comum e o mais difícil de admitir: a indústria que não tem ninguém para atender a cotação que chegar. Site que gera pedido de orçamento e ninguém responde em dois dias é pior que site nenhum, porque queima a fábrica justamente com o comprador que se deu ao trabalho de procurar.

Fora esses três casos, o cálculo costuma ser favorável e por um motivo estrutural: o custo é fixo e conhecido, e no B2B industrial o ticket de um único pedido recorrente costuma ser muito maior que o investimento anual inteiro. Mas quem tem que fazer essa conta é você, com os seus números, e não a agência com os dela.

O escopo, com as duas listas

O que entra,
e o que não entra.

A segunda coluna é a que a maioria das propostas do setor esconde até a reunião de escopo, e é a que decide se este projeto serve para a sua fábrica.

O que entra no projeto
  • Uma página por linha de produto, com a especificação em texto
  • Ficha técnica de cada linha disponível para baixar
  • Filtro por categoria, material ou aplicação, conforme a sua linha
  • Página de capacidade produtiva, maquinário e certificações que a fábrica tem
  • Formulário de cotação com os campos que trazem contexto técnico
  • Estrutura para ser achado por quem procura a sua especificação
  • Produto novo, tabela e ficha atualizados dentro da manutenção mensal
O que não entra
  • Configurador de produto e cotação automática com preço
  • Integração com ERP, PCP ou sistema de estoque
  • Portal logado para cliente acompanhar pedido e nota fiscal
  • Carrinho e venda com pagamento dentro do site
  • Redação de ficha técnica que a fábrica não tenha, nem ensaio de laboratório
  • Painel para a equipe cadastrar produto sozinha
  • Qualquer promessa de número de cotações

A informação técnica é da fábrica: a gente organiza, escreve e publica o que existe, e não inventa especificação que ninguém mediu.

Do outro lado tem um técnico

O que ele precisa
ver para te
colocar na lista.

Ele não está comprando: está eliminando fornecedor que não serve. Cada item abaixo é um motivo de eliminação, na ordem em que ele elimina.

Os critérios de corte de quem monta a lista curta
1Se a fábrica processa aquele materialé o primeiro corte, e o mais rápido de todos
2Se a faixa dimensional e a tolerância atendem o desenhosem isso publicado, ele precisa ligar para descobrir, e não liga
3Se o lote mínimo cabe no volume deleo corte que mais gera cotação perdida dos dois lados
4Se as certificações e normas exigidas existemem muitos setores é eliminatório antes de qualquer preço
depoisSó então ele olha prazo, atendimento e preçoquem não passou nos quatro primeiros nunca chega nesta linha

Nenhum desses quatro é argumento de venda. São dados que a sua fábrica já tem e que só precisam estar escritos numa página.

Quatro fábricas, quatro catálogos

Usinagem sob desenho
e embalagem não
vendem igual.

O que o catálogo precisa entregar primeiro muda conforme o tipo de produção e o que o comprador do outro lado precisa checar antes de cotar.

Usinagem, estamparia e caldeiraria

Não existe produto de catálogo

O que se vende é capacidade: máquinas disponíveis, materiais processados, faixa dimensional e tolerância. A página precisa dizer o que a fábrica consegue fazer, porque o cliente chega com desenho na mão e quer saber se cabe.

Capacidade produtiva no lugar de linha de produto
Química e plásticos

Documento é pré-requisito, não diferencial

Ficha de segurança, certificação e aplicação por composto vêm antes de qualquer conversa comercial. Aqui a página existe para entregar documento e para explicar aplicação, e o lote mínimo é o corte mais comum.

Documentação disponível e aplicação explicada
Máquinas e equipamentos

A venda continua depois de entregue

Especificação de desempenho decide a compra, mas peça de reposição e assistência decidem a recompra. Catálogo de peças publicado é o que mantém o cliente voltando para a fábrica em vez de procurar similar.

Catálogo de peças e pós-venda como páginas próprias
Embalagens e insumos

Tudo gira em torno de escala e personalização

Volume, prazo, personalização e norma regulatória. O comprador quer saber se a fábrica atende o volume dele e em quanto tempo, e essas duas informações quase nunca estão publicadas em lugar nenhum.

Escala e prazo declarados na própria página

Quatro operações, quatro estruturas de catálogo. É por isso que modelo pronto de site industrial não serve para nenhuma delas.

Representante, feira e catálogo técnico

Os três funcionam.
Em momentos
diferentes.

A comparação é entre canais, e não entre fornecedores com nome. O representante continua sendo insubstituível na parte que é dele, e a página não disputa isso.

CritérioRepresentante e feiraCatálogo técnico no site
O que faz melhorRelação, negociação e visita técnicaSer encontrado por quem ainda não conhece a fábrica
Alcance geográficoA região que a pessoa cobreQualquer estado, sem custo por região
Quando trabalhaEm horário comercial e nos dias de feiraO ano inteiro, inclusive fora do expediente
CustoComissão ou diária, proporcional ao esforçoEntrada mais manutenção, fixas e conhecidas
Especificação técnicaSai numa conversa, uma pessoa por vezPublicada, e lida por quantos técnicos aparecerem
Qualificação do contatoFeita pela própria pessoa, com o tempo delaFeita pelo comprador sozinho, antes de te procurar
O que sobra se pararA carteira acompanha quem saiO domínio e o catálogo continuam da fábrica

A tabela compara canais, não pessoas. O caminho que a gente defende é o representante continuar fazendo o que faz e o catálogo cobrir o que ele não alcança.

Como funciona

Manda o catálogo
que já existe.

Três passos, e nenhum deles tira alguém do chão de fábrica.

1

Manda o material técnico

Catálogo em PDF, tabelas, fichas, lista de máquinas e certificações. Do jeito que estiverem, sem organizar nada antes.

2

A gente publica em página

Transformamos a tabela do PDF em páginas por linha de produto, escrevemos a especificação em texto e montamos o formulário de cotação.

3

Alguém técnico confere

A revisão do que é especificação é da fábrica, porque medida errada no site vira cotação errada. Depois disso o catálogo entra no ar.

O prazo real depende de quantas linhas de produto entram, e sai na primeira conversa, com data.

Planos e preços

O preço antes
da reunião.

O que define o degrau é o número de páginas, e numa indústria esse número sai da quantidade de linhas de produto que ganham página própria.

Essencial
Para a fábrica com poucas linhas de produto ou que vende capacidade em vez de catálogo.
12x de R$ 208,33ou R$ 2.500 à vista · R$ 125/mês de manutenção
  • Até 10 páginas
  • Especificação em texto por linha de produto
  • Página de capacidade produtiva e certificações
  • Domínio no nome da indústria
Profissional
Recomendado. Para a fábrica com catálogo grande, várias famílias de produto e ficha técnica por item.
12x de R$ 500ou R$ 6.000 à vista · R$ 600/mês de manutenção
  • De 11 a 60 páginas
  • Uma página por linha e por família de produto
  • Ficha técnica para baixar e filtro por especificação
  • Formulário de cotação com contexto técnico
Avançado
Para a indústria com muitas famílias, mais de uma planta ou atuação em vários setores.
12x de R$ 1.000ou R$ 12.000 à vista · R$ 600/mês de manutenção
  • Mais de 60 páginas
  • Uma estrutura por setor atendido
  • Camada de região para a área de cobertura
  • Domínio no nome da indústria

Acima disso, o projeto sai por orçamento. A mensalidade cobre hospedagem, manutenção e as alterações do dia a dia, como produto novo, tabela e ficha técnica, sem fidelidade, sem taxa de saída e sem nenhuma porcentagem sobre cotação fechada.

As objeções, com as palavras de quem toca a fábrica

O que costuma
travar a decisão.

"Nossos produtos são técnicos, ninguém compra isso pela internet"

E não compra mesmo. O contrato continua fechando por telefone, visita e negociação, como sempre foi. O que mudou é onde a lista de fornecedores é montada: o técnico procura na busca antes de qualquer contato, e a fábrica que não aparece nessa etapa não é cotada. O site não vende; ele coloca você na lista.

"Já temos representantes e clientes antigos"

E devem continuar. O representante faz o que a página não faz, que é relação e negociação. A página faz o que ele não alcança: aparecer para o comprador de outro estado que nunca ouviu falar da fábrica. Um não substitui o outro, e quem trata isso como disputa perde o melhor dos dois.

"Já gastamos com marketing digital antes e não deu retorno"

Provavelmente o que foi entregue era um site institucional: fachada, texto sobre qualidade e página de contato. Ele não podia funcionar, porque não existe busca cuja resposta seja a apresentação de uma fábrica. O que gera cotação é especificação publicada em texto, e é justamente a parte que quase nenhum projeto industrial entrega.

"Preciso provar para os sócios que isso traz retorno"

A conta está publicada nesta página com o lado do custo fechado: R$ 4.000 no primeiro ano no degrau de entrada, R$ 1.500 por ano depois. O que a gente não faz é preencher o outro lado por você. Leve a conta para a reunião com a sua margem por pedido no lugar da lacuna, e a decisão fica com números seus, não com promessa nossa.

"Tenho catálogo em PDF pesado que ninguém baixa"

É o item de maior retorno do projeto inteiro, e por um motivo simples: o material já existe. O trabalho é transformar a tabela que está dentro do arquivo em páginas que possam ser achadas, mantendo o PDF disponível para quem quiser levar para uma reunião. Nenhuma informação nova precisa ser produzida.

"Não temos tempo de gerenciar site nem escrever conteúdo"

A escrita é nossa e o gerenciamento também: produto novo, tabela e ficha atualizados entram na manutenção mensal. O tempo da fábrica é mandar o material técnico e ter alguém que confira a especificação antes de publicar, porque tolerância errada no site vira cotação errada e isso é problema seu, não nosso.

Todas essas frases vieram do vocabulário de industrial, não do vocabulário de agência.

A régua que vale contra nós

O que exigir de
quem faz o site
da sua fábrica.

A coluna da esquerda dá para deixar escrito antes de pagar. A da direita é o que ninguém consegue cumprir, e num projeto vendido pelo retorno vale desconfiar mais ainda.

Peça por escrito
  • Que a especificação seja publicada em texto, e não só dentro de um PDF
  • Que cada linha de produto tenha endereço próprio na internet
  • Que a revisão técnica final seja sempre de alguém da fábrica
  • Que produto novo e tabela atualizada estejam na manutenção
  • Que não exista porcentagem sobre cotação fechada nem sobre venda
  • Que o domínio seja registrado no CNPJ da indústria
Desconfie se prometerem
  • Número de cotações por mês, em qualquer prazo
  • Que o site se paga com uma cotação convertida
  • Redução do ciclo de venda em algum percentual
  • Integração com ERP, configurador e portal do cliente no mesmo preço
  • Primeiro lugar no Google para o seu produto
  • Data cravada de entrega antes de olharem quantas linhas existem

A régua vale contra quem escreveu esta página. Se a Sturm Agency não cumprir a coluna da esquerda, não contrate.

Quando procurar

Os momentos em que
a indústria busca site.

A decisão quase nunca vem do calendário: vem de um evento da operação. Reconhecer o evento ajuda a começar antes dele.

Ociosidade de máquinao gatilho mais forte Carteira concentradarisco de cliente único Saída de representanteregião descoberta Linha de produto novanão é procurada por nome Certificação obtidaargumento novo Antes da feirao site é o destino Depois da feiraquem levou catálogo procura Ano todogatilho de cotação perdida
Máquina ociosaÉ o gatilho mais comum e o mais urgente, e também o que mais leva a decidir com pressa. A conta desta página existe para isso.
Perda de um representante ou de uma regiãoQuando a carteira sai junto com a pessoa, fica claro de quem era o canal. É o momento em que o ativo próprio passa a fazer sentido.
Feira chegandoQuem entrega cartão na feira é procurado na internet depois. Chegar na feira sem catálogo publicado é pagar diária para mandar gente para uma página vazia.
Cotação perdida por especificaçãoQuando o comprador diz que achou outro fornecedor porque não sabia que você fazia aquilo, o problema não foi preço.

Chegar na feira com o catálogo publicado é diferente de começar o projeto depois dela.

O que perguntam para a inteligência artificial

As respostas curtas,
do jeito que são citadas.

Industriais começaram a perguntar para o ChatGPT, o Gemini e o Perplexity antes de procurar no Google. As três respostas abaixo são autocontidas de propósito: cada uma se entende sozinha.

Perguntam

O que é um site para indústria?

Site para indústria é o catálogo técnico da fábrica publicado em página, com uma página por linha de produto trazendo material, faixa dimensional, acabamento, lote mínimo e norma aplicável, mais a ficha técnica para baixar e um caminho até o comercial. Ele se diferencia de um site institucional porque publica especificação em texto, que é o que o comprador técnico procura.

Perguntam

Site para indústria vale a pena?

A conta tem dois lados e só um deles é conhecido pela agência. O custo é fixo e publicável: na Sturm Agency, R$ 4.000 no primeiro ano no degrau de entrada e R$ 1.500 por ano depois. O outro lado é a margem de um pedido médio da fábrica. Divida o custo pela margem e veja quantos pedidos por ano cobrem. Em indústria de ticket alto costuma fechar com um; em fábrica de ticket baixo, pode não fechar.

Perguntam

O que precisa ter no site de uma fábrica para gerar cotação?

Especificação publicada em texto e não trancada em PDF: material processado, faixa dimensional e tolerância, lote mínimo e normas atendidas. Mais a capacidade produtiva com o maquinário, as certificações que a empresa tem, e um formulário de cotação que peça o contexto técnico. São os quatro critérios pelos quais o comprador elimina fornecedor antes de olhar preço.

Resposta que depende do parágrafo anterior não é recuperada por pergunta nenhuma.

Perguntas frequentes

Tudo que a fábrica
pergunta antes
de contratar.

O que é um site para indústria e para que serve em vendas B2B?
É o catálogo técnico da fábrica publicado em página: uma página por linha de produto com material, faixa dimensional, acabamento, lote mínimo e norma, mais a ficha para baixar e um caminho até o comercial. Ele não fecha venda: ele coloca a fábrica na lista curta de fornecedores que o técnico monta antes de qualquer contato.
Por que ter site se as vendas são feitas por representante ou indicação?
Porque os dois canais cobrem coisas diferentes. O representante faz relação, visita e negociação, e nada substitui isso. O catálogo publicado alcança o comprador de outro estado que nunca ouviu falar da fábrica e que jamais entraria na rota de ninguém. Quem trata isso como disputa perde o melhor dos dois.
Como o site ajuda a entrar na lista de fornecedores de empresa grande?
Publicando os critérios pelos quais o comprador elimina fornecedor, na ordem em que ele elimina: material processado, faixa dimensional e tolerância, lote mínimo e certificações. Quem tem isso escrito é avaliado sozinho, sem precisar de ligação. Quem não tem exige que o técnico ligue para descobrir o básico, e ele quase nunca liga.
Site para indústria vale a pena para quem vende produto sob medida ou insumo bruto?
Vale, e muitas vezes mais, porque nesses casos o que se vende é capacidade e não catálogo. A página passa a publicar maquinário, materiais processados, faixa dimensional e tolerância, que é exatamente o que o cliente com desenho na mão precisa conferir antes de mandar cotar. Sem isso publicado, ele não tem como saber se a sua fábrica atende o desenho dele.
Quanto o site traz de retorno comparado ao custo de um vendedor externo?
Não publicamos essa comparação porque ela depende do seu ticket, da sua região e da sua estrutura, e qualquer número aqui seria inventado. O que dá para publicar é o custo do lado da agência: R$ 4.000 no primeiro ano no degrau de entrada e R$ 1.500 por ano depois. A comparação com o custo do seu vendedor é uma conta que só você tem os dados para fazer.
Como saber se o investimento vai se pagar e em quanto tempo?
Divida o custo do primeiro ano pela margem de um pedido médio seu. O resultado é quantos pedidos por ano cobrem o investimento. Em indústria de ticket alto essa conta costuma fechar com um único pedido; em fábrica de ticket baixo e volume, ela precisa de bem mais e a resposta honesta pode ser não. Quem crava prazo de retorno sem saber a sua margem está chutando.
Qual a diferença entre um site de R$ 1.500 e um projeto industrial?
A diferença não é o design: é quanta informação técnica existe em texto. O site barato entrega fachada, texto institucional e página de contato, o que não é achado por ninguém porque não existe busca cuja resposta seja a apresentação de uma fábrica. O projeto industrial publica especificação linha por linha, que é o que o técnico digita.
Quanto custa fazer um site para indústria com catálogo e cotação?
Começa em R$ 2.500 de entrada mais R$ 125 por mês, para até 10 páginas, que atende a fábrica com poucas linhas ou que vende capacidade. Catálogo grande com várias famílias e ficha por item costuma cair na faixa de 11 a 60 páginas, R$ 6.000 mais R$ 600 por mês. Indústria com muitas famílias ou mais de uma planta, R$ 12.000 mais R$ 600 por mês.
Quanto tempo demora para o site da indústria ficar pronto?
Não publicamos prazo fixo, e essa é uma escolha. Quem crava data antes de ver quantas linhas de produto entram cumpre atrasando. O prazo do seu caso sai na primeira conversa, com data, depois de olharmos o material técnico que a fábrica já tem. Prazo dito antes do escopo é a promessa mais quebrada do mercado.
O que exatamente está incluído no projeto?
Uma página por linha de produto com a especificação em texto, ficha técnica para baixar, filtro por categoria ou material, página de capacidade produtiva e certificações, formulário de cotação com contexto técnico e o domínio no nome da indústria. Configurador com preço, integração com ERP e portal logado do cliente não fazem parte, e estão listados nesta página.
Existe mensalidade alta ou porcentagem sobre cotação fechada?
Não existe nenhuma porcentagem sobre cotação, pedido ou faturamento: a Sturm Agency não encosta no que a fábrica vende. Os custos são a entrada, a manutenção mensal fixa e o domínio, cerca de R$ 40 por ano pagos direto ao Registro.br. A manutenção não muda porque a fábrica fechou um contrato grande.
Como o comercial recebe os pedidos de cotação que chegam pelo site?
Pelo canal que a fábrica já usa. O formulário envia o pedido para o e-mail que o comercial acompanha, já com o produto e o contexto técnico preenchidos, e o botão de conversa abre a mensagem com a linha de produto nomeada. Não criamos uma caixa de entrada nova nem um sistema que alguém precise aprender a olhar.
É fácil atualizar o catálogo e cadastrar produto novo?
Neste projeto a fábrica não cadastra: manda a mensagem com o material e a alteração é feita, dentro da mensalidade e sem cobrança por item. Produto novo, tabela revisada e ficha técnica atualizada entram na manutenção. Se o que a indústria quer é um painel para a equipe publicar sozinha, isso é outro tipo de projeto e a gente resolve isso na primeira conversa.
Se eu precisar de ajuste depois do site no ar, quem atende?
O atendimento faz parte da manutenção mensal e não é cobrado por chamado. O que esta página não faz é prometer tempo de resposta com hora marcada, porque plantão com prazo cravado é compromisso que a Sturm Agency não fechou, e escrever aqui o que não se cumpre é o começo de todo projeto que dá errado.
Vale a pena contratar agência de marketing para indústria PME?
Vale quando a agência publica especificação em texto e entende que o site industrial não vende, qualifica. Não vale quando ela trata produto industrial como produto de varejo, ignora lote mínimo, tolerância e norma, ou promete número de cotações. Peça para ver como ela trata esses dois pontos antes de fechar qualquer coisa.
O que precisa ter no site de uma fábrica para vender mais no B2B?
Especificação publicada em texto e não trancada em PDF, uma página por linha de produto, ficha técnica disponível para baixar, capacidade produtiva e maquinário declarados, certificações que a empresa realmente tem, e um formulário de cotação que peça contexto técnico. Se faltar orçamento, corte a página institucional antes de cortar qualquer um desses.
Como provar o retorno de um site industrial antes de contratar?
Não dá para provar antes, e desconfie de quem diz que dá. O que dá para fazer é tornar a decisão calculável: o custo está publicado, a sua margem por pedido você já conhece, e a divisão entre os dois diz quantos pedidos por ano cobrem o investimento. Leve essa conta para a reunião com os sócios; ela é feita com números seus e não com promessa de agência.
Meu catálogo é um PDF pesado. Isso resolve?
Resolve, e é o item de maior retorno do projeto, porque o material já existe. O trabalho é publicar o conteúdo do arquivo em páginas, linha por linha, mantendo o PDF disponível para quem quiser levar para reunião. Assim a mesma tabela dimensional passa a ser encontrada por quem digita aquela medida, em vez de ficar trancada num arquivo que ninguém baixa.
Em que caso o site industrial não vale a pena?
Em três: quando a fábrica está com capacidade esgotada e fila de pedidos, porque aí falta máquina e não demanda; quando o faturamento vem de dois ou três contratos longos e cativos, porque o problema ali é concentração e se resolve comercialmente; e quando não existe ninguém para responder a cotação que chegar. Site que gera pedido e ninguém responde é pior que site nenhum.
A agência escreve a ficha técnica dos meus produtos?
A gente organiza, escreve e publica a informação técnica que a fábrica fornece, mas não inventa especificação. Tolerância, lote mínimo, norma atendida e faixa dimensional saem de quem mede e produz, e a revisão final é sempre de alguém técnico da indústria, porque medida errada publicada no site vira cotação errada e o prejuízo é seu.
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De volta ao
assunto inteiro.

Esta página cobre um ramo e um ângulo. A página-mãe cobre o serviço todo, e as irmãs abaixo tratam de outros setores com o mesmo problema.

Página principal do serviçoDesenvolvimento de sites corporativosA escada de preço por número de páginas, o custo real de manter um site no ar, a régua para avaliar qualquer fornecedor e as dezessete páginas por setor.

Faça a conta.
Depois peça o orçamento.

Uma conversa sobre as linhas de produto, o material técnico que a fábrica tem e quem atende cotação hoje já é suficiente para montarmos o escopo, o prazo e o orçamento.