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Como anunciar no YouTube

Quem pula o seu anúncio
pode não custar nada.

Nos anúncios puláveis com lance por visualização, a cobrança só acontece se a pessoa assistir trinta segundos ou interagir. Quem pulou aos cinco viu a sua marca de graça, e é essa a diferença que quase ninguém sabe.

A partir de R$ 1.500/mês + verba de anúncios

Anúncio
A obra pronta, do jeito que ficou na casa da vizinha
Reforma completa de cozinha em Gravataí e região. Orçamento com foto, sem visita cobrada.
Pular anúncio ››
0:05 / 0:38
Se ela pular agora
Não gera cobrança no lance por visualização
Se ela ficar até 0:30
Aí sim conta como visualização paga
Nos dois casos
Ela viu o seu nome e o que você faz
O botão de pular aparece aos cinco segundos, e é por isso que a mensagem inteira precisa caber antes dele.
Trinta e oito segundos

O mesmo anúncio, e duas contas completamente diferentes.

0:00
O anúncio começa antes do vídeo que ela ia ver
0:05
O botão Pular anúncio aparece na tela
0:06
Ela pula, e já sabe o que você faz
Lance por visualização
nada é cobrado
Lance por exibição
essa exibição foi paga
0:30
Se ela tivesse ficado até aqui, ou tocado no anúncio
Lance por visualização
aí sim é cobrado
Lance por exibição
já tinha sido cobrado no 0:00
Por que isso muda tudo
O tipo de lance decide quem você paga
É a escolha mais cara do painel e ela não aparece na hora de criar o vídeo. Escolher errado é pagar por quem pulou.
Os cinco segundos são grátis dos dois jeitos
Todo mundo que abriu o vídeo viu a sua marca aparecer. Nenhum outro canal entrega isso sem cobrar por impressão.
Pular não é rejeição
A pessoa pulou porque queria ver o vídeo dela, não porque odiou você. O que fica é o nome, e ele volta depois na busca.
O que está escrito na documentação

Eu pago quando a pessoa
pula o anúncio?

Depende do tipo de lance, e essa é a resposta que quase nenhuma página dá. A central de ajuda do Google Ads sobre anúncios in-stream puláveis explica que o espectador pode pular depois de cinco segundos e que, com lances de custo por visualização, você paga quando ele assiste trinta segundos do vídeo, ou o vídeo inteiro se for mais curto, ou interage com o anúncio, o que acontecer primeiro.

Nas campanhas que cobram por exibição, a lógica muda: a conta soma cada vez que o anúncio aparece, pulado ou não. Não existe um modelo certo e outro errado; existe o modelo certo para o seu objetivo. O erro caro é escolher o de exibição achando que está no de visualização, e descobrir isso na fatura do primeiro mês.

Lance por visualização
Você paga por quem ficou ou interagiu
Quem pula nos cinco segundos não entra na conta
Serve para quando o objetivo é conversa e orçamento
O criativo precisa prender, senão o alcance cai
Lance por exibição
Você paga cada vez que o anúncio aparece
Quem pulou também foi pago
Serve para quando o objetivo é ser lembrado por muita gente
Para empresa pequena que quer contato, costuma ser o modelo errado
Sem sigla

Como anunciar no
YouTube, na prática?

Anunciar no YouTube é criar campanhas de vídeo dentro do Google Ads, e não dentro do YouTube. Essa é a primeira surpresa de quem vai fazer sozinho: o painel é o mesmo dos anúncios de busca, e o vídeo precisa estar publicado no seu canal, mesmo que como não listado, para poder ser usado. Não é preciso ter inscritos, nem publicar com frequência, nem ter canal movimentado.

Os formatos que interessam para empresa pequena são três. O pulável, que aparece antes do vídeo e pode ser pulado aos cinco segundos. O bumper, de até seis segundos, que não pode ser pulado e serve para lembrança. E o in-feed, que aparece como sugestão de vídeo e é escolhido por quem clica. A diferença entre eles não é estética: é quem paga o quê, e quanto tempo você tem para dizer o que precisa.

Qual a diferença entre ter um canal no YouTube e anunciar no YouTube?
Ter canal é publicar vídeo e esperar que alguém encontre, o que depende de constância e leva meses. Anunciar é comprar a exibição do seu vídeo para um público que você escolhe, e começa a acontecer no dia em que a campanha entra no ar. O canal é útil para o anúncio porque o vídeo precisa estar hospedado lá, e porque quem se interessa costuma abrir o canal antes de entrar em contato. Mas um canal com trinta inscritos anuncia exatamente igual a um com trinta mil.
A frase mais comum

"As pessoas pulam o meu
anúncio, então não adianta."

Quase todo mundo pula, e isso já está no preço. A comparação que faz esse argumento cair é com a televisão: no comercial de TV, você paga o mesmo por quem assistiu e por quem foi na cozinha, e não tem como saber a diferença. No YouTube com lance por visualização, quem foi para a cozinha não entra na conta, e você ainda apareceu na tela dela por cinco segundos.

O que muda o resultado não é impedir que pulem, é aceitar que a mensagem precisa caber nesses cinco segundos. Um anúncio que começa com logo, vinheta e música de abertura gasta o tempo inteiro sem dizer nada, e quando o botão aparece a pessoa não sabe nem o que a empresa faz. Um anúncio que começa no meio da ação, dizendo o serviço e a cidade, funciona mesmo para quem pula.

Errado
Vinheta e logo
Os cinco segundos acabam antes de a pessoa saber o que é.
0 a 1s
A cena já em movimento
O serviço sendo feito, o produto, o antes e depois.
1 a 2s
O problema nomeado
Com a palavra que o cliente usa, não com o termo do setor.
3s
A cidade dita
Quem está longe entende que não é para ele e pula.
4 a 5s
O convite, uma vez só
Quem ficou depois disso já é público que interessa.
O que quase ninguém percebe

O anúncio pulado ainda
fez metade do trabalho.

Cinco segundos de tela cheia com som, na televisão da sala ou no celular, é mais atenção do que a maioria dos anúncios de feed consegue. A pessoa não estava procurando você, viu o nome da empresa, viu o que você faz e viu a cidade. Ela pulou porque queria assistir ao vídeo dela, não porque rejeitou a oferta. E, no modelo de lance por visualização, esse alcance não entrou na fatura.

A consequência prática muda a forma de avaliar a campanha. Contar só quem clicou é olhar a ponta menor do efeito, porque uma parte relevante das pessoas que decidem comprar depois de ver um vídeo não clica no anúncio: elas pesquisam o nome da empresa dias depois. Por isso a próxima cena desta página é sobre medição, e não sobre criativo.

Quem pula aos 5 segundos
Viu e não custou
No lance por visualização, essa exibição não gera cobrança. É a única mídia grande em que isso acontece por padrão.
Quem fica até o fim
Custou e demonstrou interesse
Trinta segundos de atenção voluntária num vídeo de empresa é um sinal forte, e é por ele que você paga.
Quem volta depois
É o efeito que some do relatório
Pesquisa o nome da empresa dias depois e entra por outro caminho. Sem medição, esse cliente aparece como se tivesse vindo do nada.
A dúvida do vídeo

Preciso de estúdio para
fazer o meu comercial?

Não precisa de estúdio, e na maioria dos casos o estúdio até atrapalha. Anúncio com cara de comercial de televisão avisa que é anúncio, e o dedo vai para o botão de pular antes do quinto segundo. O material que funciona para empresa pequena é o registro do trabalho acontecendo, gravado no celular, com o som do lugar. É o mesmo princípio das outras plataformas de vídeo desta família, e aqui ele vale ainda mais porque o tempo é curtíssimo.

A divisão fica escrita antes de você assinar, igual à das outras páginas: o roteiro, o corte, a legenda e a montagem são nossos; o material bruto é seu. Aparecer na câmera não é obrigatório e quase nunca é o melhor caminho. Quando não existe nenhum material, dá para começar com foto de trabalho pronto em movimento simulado, e a página diz aqui que isso rende menos, em vez de dizer isso no segundo mês.

Lado a lado

Os três formatos, e
quando cada um cabe.

A escolha do formato define quanto tempo você tem para falar e como a cobrança acontece. A tabela separa os três que interessam para empresa pequena, e a última coluna é o caso em que cada um faz sentido de verdade.

Os formatos de anúncio em vídeo, comparados
O que mudaPulávelBumper de 6 segundosQuando usar
Pode ser puladoSim, depois de cinco segundosNão, ele é curto demaisPulável para explicar, bumper para lembrar
Como costuma cobrarPor visualização ou por exibiçãoPor exibiçãoVisualização quando o objetivo é contato
Tempo para falarO que você quiser, mas os cinco primeiros decidemSeis segundos, uma ideia sóServiço complexo pede o pulável
Quem é atingidoQuem assiste ao vídeo escolhido por elaQuem assiste, sem escolha de pularBumper reforça quem já viu você
O que exige do materialComeço forte e mensagem completa cedoUma frase e a marca visívelSem material, nenhum dos dois rende
In-feed, como sugestão de vídeoAparece na lista e é escolhido por quem clica, então já chega mais interessadoBom para quem procura solução em vídeo
A diferença que só quem entende vê

O YouTube parece não
converter porque ele
começa a conversa.

O vídeo planta e a venda acontece em outro lugar, e é por isso que tanta gente conclui que o YouTube não funciona. A pessoa vê o anúncio na terça, não clica, e na sexta pesquisa o nome da sua empresa no Google e entra pelo site. No relatório, a venda aparece como se tivesse vindo da busca, e a campanha de vídeo fica registrada como despesa sem retorno.

O efeito é real e a atribuição é que é difícil. Sem ligar as pontas, o dono corta justamente o canal que estava alimentando os outros, e depois estranha quando a busca pelo nome da empresa também cai. O quadro abaixo mostra o caminho que some do relatório quando ninguém marca a origem em cada porta de entrada.

A mesma pessoa, ao longo de uma semana
Terça
Vê o anúncio antes de um vídeo e não clica em nada
não aparece
Quarta
Comenta com o marido que viu uma empresa que faz aquilo
não aparece
Sexta
Pesquisa o nome da empresa no Google e abre o site
creditado à busca
Sábado
Manda mensagem no WhatsApp e fecha o orçamento
virou venda
Sem marcar a origem em cada porta, essa venda inteira é creditada à busca, e a campanha de vídeo entra na planilha como custo sem retorno. É o erro que faz cortar o canal que estava puxando os outros.
Alcance local

Dá para anunciar só
na minha cidade?

Dá, e essa é a configuração que mais separa a campanha que rende da que queima. O Google Ads permite limitar a exibição por cidade, por região ou por um raio de quilômetros em volta de um endereço, e é isso que torna o YouTube viável para negócio local. Sem esse limite, o anúncio de uma reforma em Gravataí aparece para alguém em outro estado, e cada exibição dessas foi paga por nada quando o lance é por exibição.

Vale um cuidado que quase ninguém toma: o raio precisa bater com a área que você atende de verdade, não com a área que você gostaria de atender. Marcar a região metropolitana inteira para uma equipe que só cobre dois bairros gera contato que não vira serviço e ainda desperdiça a verba que faria diferença perto de casa.

Depois do vídeo

Vídeo constrói desejo e
entrega gente curiosa.

O anúncio em vídeo faz uma coisa que nenhum outro formato faz tão bem: ele constrói vontade em quem não estava procurando nada. E entrega essa pessoa no seu contato ainda no estado de curiosidade, não de decisão. Se a curiosidade cai num atendimento lento, o investimento em produção e em mídia vira audiência sem venda, que é o pior resultado possível: caro de produzir e sem nada no caixa.

Por isso o vídeo aqui nunca é entregue sozinho. Quem chega pelo anúncio cai num atendimento que responde na hora e qualifica, transformando curiosidade em conversa antes que ela esfrie. É a diferença entre plantar desejo e colher venda, e ela acontece nos minutos seguintes ao toque.

Por tipo de negócio

O que o seu vídeo
precisa mostrar.

O que muda de um ramo para outro é o que o vídeo precisa provar nos primeiros segundos e qual dúvida ele resolve antes de a pessoa entrar em contato. Ache o seu caso abaixo.

Clínica, odontologia, estética
O vídeo mostra o ambiente e o acolhimento da equipe, que é o que reduz o medo antes da avaliação. A revisão do que pode ser publicado é sempre do profissional responsável do conselho.
Advocacia e consultoria
O vídeo responde uma dúvida frequente do cliente em vez de vender, e termina convidando para uma conversa. É o formato que respeita as regras da profissão e ainda constrói autoridade.
Móveis, decoração e reforma
O vídeo mostra ambiente pronto, e a tela grande da sala é o melhor lugar para isso acontecer. É o segmento em que o formato de vídeo rende mais que qualquer imagem parada.
Serviço técnico e energia solar
O vídeo mostra a instalação sendo feita e responde a dúvida do custo logo no começo. Quem fica até o fim já está bem perto de pedir orçamento.
Como funciona

Do seu lado,
são três passos.

1
Você conta o que vende e manda o material bruto do celular
O serviço sendo feito, o antes e depois, o ambiente. Sem estúdio e sem você na frente da câmera.
2
A gente roteiriza, edita, escolhe o tipo de lance e aperta a região
Com a conta no CNPJ da sua empresa e a origem marcada em cada porta de entrada.
3
Você atende quem chega já qualificado
Com serviço, região e prazo definidos, e sabendo qual vídeo trouxe a pessoa.
Planos e preços

O plano segue
o número de canais.

A mensalidade é a gestão. A verba dos anúncios é sempre à parte e paga direto ao Google, no CNPJ da sua empresa.

Essencial
Só o YouTube, verba de anúncios até R$ 3.000.
R$ 1.500 / mês de gestão, verba à parte
  • Roteiro, corte, legenda e montagem
  • Tipo de lance escolhido pelo objetivo
  • Região limitada à sua área de atendimento
  • Contato atendido e qualificado na hora
Profissional
Recomendado. Dois canais, verba até R$ 10.000.
R$ 2.500 / mês de gestão, verba à parte
  • Tudo do Essencial
  • Um segundo canal junto do YouTube
  • Origem marcada nas portas de entrada, para ligar as pontas
  • Painel de resultados e resumo por e-mail
Avançado
Três canais ou mais, verba acima de R$ 10.000.
R$ 4.000 / mês ou 20% da verba, o que for maior
  • Tudo do Profissional
  • Três canais ou mais em operação
  • Remanejamento de verba entre canais
  • Acompanhamento contínuo da operação

Sem fidelidade, sem multa de saída e sem taxa de entrada. A produção do vídeo entra na gestão; equipamento e estúdio não são necessários e não são cobrados.

Antes de assinar

O que a gente assume
e o que ninguém garante.

A lista dos dois lados, escrita antes de você decidir. Se um fornecedor prometer qualquer coisa da coluna da direita, peça para escrever no contrato e veja o que acontece.

A gente assume
Está escrito e vale desde o primeiro mês
O roteiro, o corte e a montagem dos vídeos
A conta e o histórico no CNPJ da sua empresa
O tipo de lance escolhido pelo seu objetivo, e explicado antes
A região limitada à sua área real de atendimento
Sem fidelidade, sem multa de saída, sem taxa de entrada
Ninguém garante
Nem nós, nem quem promete
Que um vídeo vá viralizar ou que o alcance se repita
Custo por visualização, por contato ou retorno sobre o investimento
Número de contatos ou de vendas por mês
Prazo cravado para o vídeo começar a render
Que o preço do leilão não suba no seu segmento
A resposta que perde contrato

Quando o YouTube não é
o canal certo agora.

Existem três situações em que abrir o canal de vídeo não se paga, e elas são ditas na primeira conversa. É a mesma régua das outras páginas desta família, aplicada ao formato mais caro de produzir.

Primeiro caso
Não existe nada para mostrar em movimento
Negócio sem obra, sem produto e sem processo visível precisa construir o material do zero, e isso custa tempo antes de custar mídia.
Segundo caso
O que você vende é resolvido no susto
Ninguém assiste a vídeo procurando chaveiro às onze da noite. Quando a compra nasce da urgência, a busca responde antes, e a comparação entre Google, Meta e TikTok abre o critério.
Terceiro caso
Ninguém consegue responder quem chega
Vídeo entrega gente curiosa, e curiosidade esfria mais rápido que intenção. Sem atendimento, o dinheiro da produção vai junto com o da mídia.
Antes de decidir

O que costuma
segurar a decisão.

Sobre o tamanho da empresa
"YouTube é para empresa grande com verba de televisão"
Era, quando anunciar em vídeo significava comprar espaço em canal aberto. Hoje a campanha limita a exibição ao seu bairro ou à sua cidade e cobra por visualização, o que muda completamente a conta. O que continua caro é produzir mal: vídeo comprido e sem começo forte gasta verba sem prender ninguém.
Sobre tentativas passadas
"Já anunciei no Google e não deu certo"
Anúncio de texto na busca e anúncio em vídeo são trabalhos diferentes, apesar de morarem no mesmo painel. Um responde quem já procurava; o outro cria vontade em quem não procurava nada. Isso não é promessa de que agora vai dar certo: é a explicação de por que o resultado anterior não decide este.
Sobre o retorno
"Como vou saber se está voltando em venda?"
Com a origem marcada em cada porta de entrada, para a venda que começou no vídeo e terminou na busca não ser creditada só à busca. É a parte mais chata do serviço e a que mais muda a decisão de continuar ou cortar o canal no terceiro mês.
Direto ao ponto

As perguntas que chegam
antes de qualquer conversa.

Se a pessoa pular o anúncio, eu pago?
Com lance por visualização, não: a central de ajuda do Google Ads diz que a cobrança acontece quando o espectador assiste trinta segundos, ou o vídeo inteiro se for menor, ou interage. Com lance por exibição, sim: a conta soma cada aparição.
Preciso de inscritos ou de canal movimentado?
Não. O vídeo só precisa estar publicado no canal, mesmo como não listado, para poder ser usado no anúncio. Um canal com trinta inscritos anuncia exatamente igual a um com trinta mil.
Dá para anunciar só para a minha cidade?
Dá, por cidade, por região ou por raio de quilômetros em volta de um endereço. É essa limitação que torna o YouTube viável para negócio local, e é o ajuste que mais evita desperdício.
Vale a pena anunciar no YouTube ou no Instagram?
O YouTube constrói desejo com tempo de tela e som, e costuma render mais quando o que você vende precisa ser mostrado por completo. O Instagram alcança mais rápido e mais barato. Com verba curta, um canal só até ele se pagar.
Reconheça o momento

Quando essa busca
costuma aparecer.

A procura por anúncio no YouTube aparece em quatro momentos bem definidos, e o momento muda o que precisa estar pronto antes de a campanha ir ao ar.

Um cliente disse que viu você em um vídeo
Costuma ser o gatilho, e vale ouvir com atenção: se alguém lembrou de um anúncio, o formato está funcionando para o seu público. É o momento de medir isso direito em vez de confiar na sensação.
Terminou uma obra ou um trabalho bonito
O material bruto acabou de nascer e é o melhor que vai existir. Gravar o antes e depois enquanto está fresco vale mais que qualquer produção agendada para depois.
A busca pelo nome da empresa caiu
É um sintoma de que menos gente está descobrindo você. Vídeo é o formato que mais alimenta esse tipo de busca, porque planta o nome em quem não estava procurando nada.
O clique nas outras plataformas subiu
Antes de migrar, vale conferir se o gargalo era o preço do clique ou o atendimento. Trocar de canal com o mesmo processo repete o resultado, agora com custo de produção junto.
Perguntas frequentes

Tudo que costumam
perguntar antes.

Como funciona um anúncio no YouTube?
Você cria uma campanha de vídeo dentro do Google Ads, aponta para um vídeo publicado no seu canal e escolhe quem vai ver, por região, interesse ou tipo de conteúdo. O anúncio aparece antes ou durante outros vídeos, e a cobrança depende do tipo de lance escolhido.
Se a pessoa pular o anúncio, eu pago?
Com lance por visualização, não. A central de ajuda do Google Ads diz que você paga quando o espectador assiste trinta segundos do vídeo, ou o vídeo inteiro se for menor que isso, ou interage com ele. Com lance por exibição, cada aparição é cobrada, pulada ou não.
Quanto custa anunciar no YouTube?
Depende do tipo de lance, da região e da concorrência do seu segmento, e esta página não publica faixa de preço porque as que circulam vêm de material de agência, não da plataforma. A gestão da Sturm Agency começa em R$ 1.500 por mês, com a verba à parte.
Preciso ter muitos inscritos para anunciar?
Não. O vídeo só precisa estar publicado no seu canal, mesmo como não listado, para poder ser usado no anúncio. Um canal com trinta inscritos anuncia exatamente igual a um com trinta mil, porque a exibição é comprada e não depende de audiência própria.
Preciso de estúdio ou equipamento profissional?
Não, e na maioria dos casos o estúdio atrapalha. Anúncio com cara de comercial de televisão faz a pessoa pular antes do quinto segundo. O que funciona é o registro do trabalho acontecendo, gravado no celular. Roteiro, corte e montagem ficam com a agência.
Dá para anunciar só na minha cidade ou no meu bairro?
Dá, por cidade, por região ou por um raio de quilômetros em volta de um endereço. É essa limitação que torna o YouTube viável para negócio local, e o raio precisa bater com a área que você atende de verdade, não com a que gostaria de atender.
Qual a diferença entre ter um canal e anunciar no YouTube?
Ter canal é publicar e esperar que alguém encontre, o que depende de constância e leva meses. Anunciar é comprar a exibição do seu vídeo para um público escolhido, e começa no dia em que a campanha entra no ar.
Quanto tempo o meu vídeo de anúncio deve ter?
O que decide não é a duração total, são os cinco primeiros segundos, porque é quando o botão de pular aparece. A mensagem principal precisa caber antes disso. Vídeo comprido funciona quando o começo prende; vídeo curto com vinheta não funciona nunca.
O YouTube funciona para o meu tipo de negócio?
Funciona quando existe algo para mostrar em movimento: obra, produto, ambiente, processo. Não funciona quando o que você vende é contratado no susto, porque ninguém assiste vídeo procurando emergência: nesse caso a busca responde antes.
Como sei se o anúncio em vídeo trouxe cliente?
Com a origem marcada em cada porta de entrada. É comum a pessoa ver o vídeo e só procurar a empresa dias depois, pelo nome, no Google. Sem ligar as pontas, essa venda é creditada à busca e a campanha de vídeo aparece como custo sem retorno.
Por que dizem que o YouTube não converte?
Porque ele costuma começar a conversa em vez de fechá-la. O vídeo cria vontade em quem não estava procurando nada, e a venda acontece depois, por outro caminho. Quem mede só o clique no anúncio enxerga a menor parte do efeito.
Vale mais a pena anunciar no YouTube ou no Instagram?
O YouTube tem mais tempo de tela e som, e rende mais quando o que você vende precisa ser mostrado por completo. O Instagram alcança mais rápido e mais barato. Com verba curta, o certo é um canal só até ele se pagar.
O que é melhor: anúncio pulável ou bumper de seis segundos?
O pulável serve para explicar e costuma cobrar por visualização; o bumper serve para ser lembrado e cobra por exibição. Para empresa pequena que quer contato, o pulável costuma ser o ponto de partida, com o bumper reforçando quem já viu.
Vocês produzem o vídeo ou eu preciso entregar pronto?
O roteiro, o corte, a legenda e a montagem são nossos. O material bruto vem de você e quase sempre já existe no celular de alguém da equipe. Quando não existe nada, dá para começar com foto de trabalho pronto, e isso rende menos.
Preciso aparecer na câmera?
Não. A maior parte dos anúncios que funcionam para empresa pequena mostra o serviço sendo feito, o ambiente ou o antes e depois, sem ninguém falando. Rosto ajuda em alguns ramos e é dispensável na maioria.
Quanto tempo demora para dar resultado?
Esta página não publica prazo. O anúncio começa a ser exibido no dia em que entra no ar, mas o efeito do vídeo aparece em parte depois, por outro caminho, então avaliar em poucos dias leva à conclusão errada.
O anúncio pode aparecer em vídeo que não combina com a minha marca?
Pode, e é por isso que a campanha define exclusões de conteúdo e de canal. Nenhuma configuração garante controle total de onde o anúncio aparece, e quem promete isso está prometendo o que a plataforma não entrega.
Fico preso a contrato de fidelidade?
Não existe fidelidade, multa de saída nem taxa de entrada. A conta de anúncios e o histórico ficam no CNPJ da sua empresa desde o primeiro dia, e os vídeos produzidos continuam sendo seus.
Vocês garantem visualizações ou viralização?
Não, e ninguém garante. Alcance não se compra por contrato e não se repete por método. O que se garante é o método: começo forte, região apertada, tipo de lance escolhido pelo objetivo e a origem marcada para medir o efeito.
O que acontece com os vídeos se eu encerrar o contrato?
Ficam com você. Estão publicados no seu canal, no seu domínio de conta, e a conta de anúncios é da sua empresa. Nada precisa ser refeito nem transferido.
Quando vocês recomendam não anunciar em vídeo?
Em três casos: quando não existe nada para mostrar em movimento, quando o que você vende é resolvido no susto e quando ninguém consegue responder quem chega. Nos três, isso é dito na primeira conversa.
Continue por aqui

O mesmo vídeo,
em outra tela.

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Aparecer na tela de quem
nem estava procurando.

Conte o que você vende e mande o material que já tem no celular. Se não houver nada para mostrar em movimento, a gente diz isso na primeira conversa.