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Agência ou freelancer

A pergunta não é quem cobra menos.
É quem ainda vai estar lá em seis meses.

Se você já pagou por um site que ficou pela metade, ou por um que ficou bonito e nunca trouxe ninguém, o problema quase nunca foi o rótulo de quem fez. Foi o que não ficou combinado antes. Esta página mostra o que avaliar em qualquer proposta, sem medo da comparação.

A partir de R$ 2.500 + R$ 125/mês

suaempresa.com.br
Página inicialno ar desde o mês passado
Sobre a empresano ar, com o texto que você mesmo escreveu
Página de serviçosprometida, nunca entregue
Botão de WhatsAppcombinado de boca, não existe
Trocar o telefone da empresasem acesso para mexer
Projeto pago pela metadeÚltima resposta há 34 dias
A pergunta que separa
93%

das decisões começam numa busca
que acontece todo mês, não só hoje.

Noventa e três em cada cem pessoas pesquisam na internet antes de tomar uma decisão de compra, segundo o State of Search Brasil, da Hedgehog Digital com o Opinion Box. Essa pesquisa não acontece uma vez: acontece de novo amanhã, no mês que vem e no ano que vem, com pessoas diferentes.

Daí sai a régua desta página. Site não é entregar e sumir, é operação viva que precisa de cuidado, então a pergunta que separa uma contratação boa de uma ruim não é quem constrói mais barato. É quem ainda vai estar lá em seis meses, quando o certificado vencer, o preço mudar e a página nova precisar entrar.

Já tentou e se decepcionou

Quatro histórias
que se repetem sempre.

Quem está lendo esta página quase sempre já passou por uma delas. As quatro têm o mesmo fundo: não existia nada escrito, então não existia nada a cobrar quando o combinado não aconteceu.

História 1

Sumiu no meio do caminho

Metade paga na assinatura, o projeto andou até a página inicial e parou. As mensagens ficam sem resposta e o site continua pela metade no ar.

O que faltava: escopo escrito, com o que seria entregue.
História 2

Ficou bonito e não toca o telefone

O site foi entregue, é elegante e ninguém chega nele. Não tem página por dúvida, o texto não responde nada e o contato está escondido no rodapé.

O que faltava: combinar por qual busca a página ia aparecer.
História 3

O endereço ficou no nome de outro

Na hora de trocar de fornecedor, o domínio estava registrado no e-mail pessoal de quem fez. Recuperar virou negociação, e às vezes cobrança.

O que faltava: registrar o domínio no CNPJ da empresa.
História 4

Depois de pronto, ninguém cuida

O site foi entregue e acabou ali. Seis meses depois o certificado venceu, o navegador passou a avisar que a conexão não é segura e não havia quem consertasse.

O que faltava: combinar quem mantém, e a que custo.
A parte que ninguém diz

O rótulo não prevê
se o projeto vai dar certo.

A comparação honesta começa admitindo isto: existe freelancer excelente e existe agência que abandona projeto. O que separa os dois lados não é o formato da empresa, é o combinado. Os quatro quadros abaixo existem no mercado, todos os dias, e o rótulo sozinho não diz em qual deles você vai cair.

Acontece, e dá certo

Freelancer com processo

Escopo escrito, domínio no nome da empresa, prazo dito com honestidade e manutenção combinada. Existe, e é uma contratação melhor que muita agência.

Acontece, e dá errado

Freelancer sem combinado

Preço baixo, tudo tratado por mensagem, nada escrito. Quando a vida dele muda de rumo, o projeto para no meio e não há a quem recorrer.

Acontece, e dá errado

Agência grande e distante

Contrato existe, e o pequeno vira número na fila. Pacote padrão, reunião longa, alteração que vira orçamento novo e nenhuma atenção ao seu caso.

Acontece, e dá certo

Agência que continua

Escopo escrito antes do pagamento, manutenção combinada e alguém que responde depois da entrega. É o que a gente busca ser, e é o que dá para conferir.

Por que esta página não diz que freelancer é ruim

Porque não é verdade, e porque escrever isso seria vender pelo medo em vez de vender pelo combinado. Muito freelancer trabalha melhor que agência grande, cobra menos e entrega no prazo. O que o rótulo não garante é continuidade: uma pessoa sozinha não tem substituto se adoecer, mudar de área ou fechar a agenda.

A comparação que ajuda de verdade é outra e está na próxima cena: quais sinais, em qualquer proposta, preveem que o projeto vai parar no meio. Eles valem para nós também, e é por isso que a gente publica.

O que realmente prevê

Cinco sinais que aparecem
antes de o projeto parar.

Os cinco itens abaixo aparecem na conversa, antes de qualquer pagamento, e não exigem que você entenda de tecnologia. Use com qualquer fornecedor, inclusive com a gente.

Depois que o site vai pro ar

O ano seguinte,
e quem responde por ele.

Conquistar o lugar de quem começa a pesquisa no Google leva meses de trabalho continuado, e é por isso que a escolha é menos sobre quem entrega e mais sobre quem continua. A lista abaixo é o que acontece com qualquer site no primeiro ano, sem exceção.

Mês 1Você quer trocar um preço e uma foto na página de serviçosquem faz?
Mês 3O navegador aperta uma regra e o site precisa de ajuste técnicoquem faz?
Mês 6O certificado de segurança vence e aparece o aviso de conexão não seguraquem faz?
Mês 8Um serviço novo entra e precisa de página própria para ser encontradoquem faz?
Mês 11O site dá erro num domingo, e o cliente manda printquem faz?
AquiOs cinco estão dentro da mensalidade, combinados por escrito antes de você pagara gente faz
Combinado contra combinado

A tabela compara acordos,
não profissões.

As colunas abaixo não são "freelancer" e "agência", porque nenhum dos dois rótulos garante nada. São os três tipos de combinado que existem, e você reconhece o seu em qualquer proposta que receber.

Comparação entre os três tipos de combinado mais comuns na contratação de um site.
O que você confereContratação sem nada escritoPacote padrão de agência grandeNa Sturm Agency
O que será entregueCombinado por mensagemO que couber no pacoteEscopo escrito antes do pagamento
Quem escreve o textoVocê, e o projeto paraVocê, quase sempreA gente, a partir de uma conversa
De quem fica o domínioÀs vezes no nome de quem fezDa agência, enquanto durar o contratoNo CNPJ da sua empresa, desde o dia um
Alteração depois de prontoDepende de a pessoa responderCostuma virar orçamento novoDentro da mensalidade, sem custo novo
PrazoPrometido curto, cumprido nuncaLongo, com reunião no meioDito depois do escopo, para ser cumprido
Se a pessoa someO projeto morre com elaVocê troca de atendente e recomeçaO domínio e o conteúdo já são seus
Quem cuida no mês seisNinguém foi contratado para issoO plano de manutenção, à parteEstá na mensalidade publicada

A maioria de quem faz uma busca local pelo celular entra em contato ou visita um negócio no mesmo dia, segundo o estudo de busca local do Google com o Ipsos. Site fora do ar nesse dia é venda que vai para o concorrente.

A mesma pergunta, virada pra cá

E se um dia a gente
sair de cena?

Toda a régua desta página vale contra quem a escreveu, e seria fácil não responder isso aqui. Qualquer fornecedor, de qualquer tamanho, precisa responder as mesmas duas perguntas: o que está escrito, e o que sobra com você se ele sair de cena. As duas estão respondidas abaixo, de propósito.

Nenhuma empresa consegue prometer que vai existir para sempre, e quem promete isso está prometendo o que não controla. O que dá para garantir é que a saída de qualquer fornecedor, inclusive a nossa, não derrube o seu site.

Se o seu caso é o do site pela metade

O que dá pra aproveitar
do que você já pagou.

Dá para aproveitar mais do que parece, e a primeira conversa serve para descobrir isso antes de qualquer orçamento. Três coisas costumam ser recuperáveis mesmo quando o fornecedor anterior não responde mais, e uma delas é a mais importante de todas.

Quase sempre recuperável

O endereço da empresa

Mesmo registrado no nome de terceiro, o domínio pode ser transferido para o CNPJ da empresa pelo procedimento do registrador. É o primeiro passo, antes de construir qualquer coisa.

Sem isso, qualquer trabalho novo continua dependendo de outra pessoa.
Quase sempre aproveitável

O conteúdo que já existe

Fotos, descrições de serviço e informações da empresa não se perdem. O que muda é como esse material é escrito e organizado para responder as buscas do seu cliente.

O material bruto serve; o que precisa mudar é a forma.
Raramente aproveitável

A construção em si

Página feita pela metade, com tema pronto e sem estrutura de busca, costuma custar mais para consertar do que para refazer. A gente diz qual é o caso na primeira conversa.

Quando refazer é mais barato, a gente fala, mesmo sendo notícia ruim.
Por ramo

Onde a falta de continuidade
dói primeiro.

Clínicas e consultórios

A lista que muda

Profissional novo entra, horário muda, procedimento sai da tabela. Sem alguém combinado para alterar, a página vira informação errada no ar.

Alteração de conteúdo entra na mensalidade, sem custo novo.
Advocacia e consultoria

A área de atuação nova

Cada área nova precisa da própria página para ser encontrada. Se publicar página nova vira orçamento, o site congela no tamanho em que nasceu.

Página nova dentro do tamanho contratado já está inclusa.
Serviços e reformas

O erro no fim de semana

É justo no sábado que o cliente procura, e é justo aí que o site fora do ar custa caro. Sem manutenção combinada, o conserto depende de alguém estar disposto.

Correção é nossa e está dentro da mensalidade.
As objeções, de frente

O que trava
quem já se decepcionou.

Já paguei por um site que não deu certo. Por que seria diferente?

Porque desta vez existe escopo escrito antes do pagamento, com quantas páginas, quais, quem escreve e o que acontece depois. Você confere item por item antes de decidir, em vez de acreditar. Se algo não estiver escrito, não foi contratado, e isso vale contra nós também.

Achei um freelancer pela metade do preço.

Pode ser um ótimo negócio, e a gente diz isso na cara. Faça as cinco perguntas desta página para ele: escopo escrito, domínio no seu CNPJ, quem escreve os textos, quem mantém depois e quem continua se ele ficar indisponível. Se ele responder bem as cinco, feche com ele.

Como sei que vocês não vão sumir também?

Ninguém pode provar isso de antemão, e a resposta honesta não é uma promessa sobre nós. É o que sobra com você em qualquer cenário: o domínio no seu CNPJ, o conteúdo da sua empresa e nenhuma amarração para sair. Isso protege você da nossa saída também.

Preciso entender de tecnologia para acompanhar?

Não. Você conta como o negócio funciona numa conversa e aprova o que foi escrito. Nenhuma etapa exige que você mexa em painel, entenda termo técnico ou responda formulário de detalhe técnico.

Meu site anterior ficou incompleto. Dá para aproveitar?

O endereço e o conteúdo bruto quase sempre dão. A construção pela metade raramente compensa consertar, e a gente diz qual é o caso na primeira conversa, mesmo quando a resposta é a que dá menos trabalho para você e menos valor para nós.

Vou ser cobrado por cada ajuste depois de pronto?

Não. Trocar texto, preço, foto ou telefone entra na mensalidade, sem custo novo. Página nova dentro do tamanho contratado também. Quando o volume passa do degrau contratado, a gente avisa antes e você decide.

Respostas diretas

O que perguntam
pra inteligência artificial.

É melhor contratar agência ou freelancer para criar um site?

O rótulo não determina o resultado: existe freelancer excelente e agência que abandona projeto. O que prevê a entrega são cinco sinais, verificáveis antes de pagar: existe escopo escrito, o domínio fica no CNPJ da empresa, alguém foi contratado para manter o site depois, quem escreve os textos está definido e existe substituto se a pessoa ficar indisponível.

O que fazer quando o freelancer do meu site desaparece?

O primeiro passo é recuperar o domínio para o CNPJ da empresa, o que costuma ser possível pelo procedimento do próprio registrador mesmo sem a colaboração de quem registrou. Depois disso, avalie o que existe: conteúdo bruto quase sempre se aproveita, e a construção pela metade costuma custar mais para consertar do que para refazer.

Qual a garantia de fechar com uma agência em vez de um freelancer?

A garantia real não vem do formato da empresa, vem do que está escrito: escopo com número de páginas, domínio registrado no CNPJ do cliente, manutenção combinada com valor definido e ausência de fidelidade ou taxa de saída. Qualquer proposta, de agência ou de autônomo, pode ou não ter esses itens.

Quanto custa refazer um site que deu errado?

Na Sturm Agency, o mesmo que fazer um site novo: R$ 2.500 de entrada mais R$ 125 por mês para até dez páginas, R$ 6.000 mais R$ 600 por mês de onze a sessenta páginas e R$ 12.000 mais R$ 600 acima de sessenta. Refazer não custa mais caro do que fazer.

Quando essa busca aparece

Três momentos
que trazem essa dúvida.

O abandono

Ficou claro que não vai chegar

As mensagens pararam de ser respondidas e o projeto está pela metade. É o gatilho mais urgente, e o mais comum.

A queda

A indicação diminuiu

O boca a boca esfriou e ficou visível que a empresa não tem canal próprio de atração. A pressa aparece junto com a conta do mês.

A subida de nível

A empresa quer cobrar melhor

Para cobrar preço mais justo é preciso parecer o que já se é, e a apresentação atual passou a atrapalhar em vez de ajudar.

contratei e ele sumiu na metadepaguei caro e o whatsapp não tocanem o e-mail da empresa funcionacansei de ser enrolado com termo técnicoquero alguém que assuma e resolva
Como funciona

Três passos,
e dois são nossos.

Vindo de um projeto abandonado ou começando do zero, o caminho do seu lado é o mesmo, e começa com o escopo escrito.

Você pede o orçamento
e conta o que já existe hoje
A gente escreve e constrói
com o escopo combinado antes
Você aprova e continua com a gente
com a manutenção na mensalidade

O prazo real sai na primeira conversa, depois que a gente souber o tamanho do projeto e o que dá para aproveitar do site anterior.

O simulador

Quanto o seu site
pode te devolver.

Cada página do seu site é uma porta de entrada no Google. Um site de uma página tem uma porta só. Um site com uma página pra cada cidade e cada serviço tem dezenas - e cada uma pode ranquear e trazer cliente sozinha.

É isso que a Sturm entrega na criação de sites com SEO local: no lugar de um cartão de visita parado, um site que trabalha o mês inteiro pra te colocar na frente de quem está perto e já procurando o que você vende.

  • Uma página por cidade e serviço - presença nas buscas de toda a sua região, não só do seu bairro.
  • Tráfego orgânico do Google - visita que chega sozinha, sem pagar por clique, mês após mês.
  • Escrito pra busca e pra IA - o texto é otimizado pra ranquear no Google e aparecer nas respostas de IA.
  • Retorno que dá pra medir - visita vira contato, contato vira venda, e o simulador mostra o número.

Arraste os controles com os números do seu negócio e veja o potencial no mês.

Seu potencial por mês R$ 0
Retorno no 1º ano
Se paga em
150 portas de entrada no Google
Visitas por mês
Contatos por mês
Clientes por mês
Média do mercado: 1% a 3%.
Como isso cresce no primeiro anoo Google leva de 4 a 6 meses pra maturar
Mês 1Mês 6Mês 12

Quero um site assim
Projeção com os números que você informou. É estimativa, não promessa.
Investimento

O preço está aqui,
não numa reunião.

O que define o degrau é o número de páginas, porque é o número de páginas que define quantas perguntas o seu site consegue responder. Cada página é uma porta de entrada a mais na busca.

Essencial
Até 10 páginas. Para existir e ser achado pelo essencial.
12x de R$ 208,33ou R$ 2.500 à vista · R$ 125/mês de manutenção
  • Até 10 páginas
  • Todo o texto escrito por nós
  • Desenho exclusivo, feito pro celular
  • Estrutura de busca e dados para IA
  • Hospedagem e segurança inclusas
Profissional
De 11 a 60 páginas. Uma página por serviço e por dúvida.
12x de R$ 500ou R$ 6.000 à vista · R$ 600/mês de manutenção
  • De 11 a 60 páginas
  • Tudo do Essencial
  • Uma página por serviço e por pergunta
  • Blog e páginas novas dentro da mensalidade
  • Estrutura pronta pra crescer
Avançado
Mais de 60 páginas, com camada de cidade. Para uma região inteira.
12x de R$ 1.000ou R$ 12.000 à vista · R$ 600/mês de manutenção
  • Mais de 60 páginas
  • Tudo do Profissional
  • Uma página por cidade atendida
  • Arquitetura de busca por região
  • Acompanhamento contínuo do conteúdo

Acima disso, o projeto sai por orçamento. A mensalidade cobre hospedagem, segurança, manutenção, alterações do dia a dia e as páginas novas. Fora dela, o único custo é o domínio, cerca de R$ 40 por ano, pago direto no Registro.br e registrado no nome da sua empresa. Não há fidelidade nem taxa de saída, e o preço é o mesmo hoje e no mês que vem.

O que a gente assume

Três compromissos
que dá pra conferir.

Compromisso 1

O escopo fica escrito antes de você pagar

Quantas páginas, o que entra, o que não entra e quanto custa a manutenção. Se não está escrito, não foi combinado.

Compromisso 2

Sem fidelidade e sem taxa de saída

O domínio é registrado no nome da sua empresa e você pode parar quando quiser, levando o endereço com você.

Compromisso 3

Nenhum depoimento inventado

Aqui não se publica número de cliente sem resultado medido. Quando houver, ele aparece com nome, ramo e autorização de quem foi atendido.

Também não prometemos primeiro lugar no Google, número de vendas nem resposta garantida da inteligência artificial. Ninguém controla isso, e quem promete está prometendo o que não entrega. O que dá pra garantir é o que depende da gente: a página funcionar no celular, ser rápida, estar escrita para busca e ter o escopo cumprido.

Os dados de quem preenche o formulário são tratados conforme a Lei Geral de Proteção de Dados.

Dúvidas

Tudo que perguntam
depois de já ter se decepcionado.

Como decidir
É melhor contratar agência ou freelancer para fazer um site?
O rótulo não determina o resultado: existe freelancer excelente e agência que abandona projeto. O que prevê a entrega são cinco sinais verificáveis antes de pagar: escopo escrito, domínio no CNPJ da empresa, manutenção combinada, quem escreve os textos e quem continua se a pessoa ficar indisponível.
Qual a diferença real entre contratar uma agência e um profissional autônomo?
A diferença que costuma pesar é continuidade: uma pessoa sozinha não tem substituto se adoecer ou mudar de área. Mas isso é um risco a avaliar, não uma sentença. Um autônomo com processo escrito é melhor contratação que uma agência grande onde você vira número na fila.
Como saber se a agência ou o freelancer é confiável antes de fechar?
Peça o escopo por escrito antes de qualquer pagamento e confira cinco pontos: quantas páginas e quais, quem escreve os textos, em nome de quem fica o domínio, quem mantém o site depois de pronto e quem assume o trabalho se quem atende ficar indisponível.
Agência é sempre mais cara que freelancer?
Nem sempre, e o preço de compra não é a conta certa. O que muda a conta é o que está incluso: se a redação, a manutenção e as alterações não estiverem no valor, elas aparecem depois como custo ou como projeto parado esperando você fazer.
Por que esta página não diz que freelancer é ruim?
Porque não é verdade, e dizer isso seria vender pelo medo. Muito autônomo entrega melhor que agência grande, cobra menos e cumpre prazo. O que a página faz é publicar os sinais que preveem abandono, para você aplicar em qualquer proposta, inclusive na nossa.
Se já deu errado
O que fazer quando o freelancer do meu site desaparece?
O primeiro passo é recuperar o domínio para o CNPJ da empresa, o que costuma ser possível pelo procedimento do próprio registrador mesmo sem colaboração de quem registrou. Depois disso se avalia o que existe e o que compensa refazer.
Como recuperar o acesso ao meu site e ao meu domínio?
Pelo registrador do domínio, com a documentação da empresa. É a primeira coisa a resolver, antes de construir qualquer coisa nova, porque sem o endereço no seu nome todo trabalho novo continua dependendo de outra pessoa.
Meu site ficou incompleto. Dá para aproveitar o que já foi feito?
O endereço e o conteúdo bruto quase sempre dão. A construção pela metade, com tema pronto e sem estrutura de busca, costuma custar mais para consertar do que para refazer. A gente diz qual é o caso na primeira conversa.
Quanto custa refazer um site que deu errado?
O mesmo que fazer um site novo: R$ 2.500 de entrada mais R$ 125 por mês para até dez páginas, R$ 6.000 mais R$ 600 de onze a sessenta e R$ 12.000 mais R$ 600 acima de sessenta. Refazer não custa mais caro do que fazer.
Perdi dinheiro no projeto anterior. Como não repetir o erro?
Não pague nada antes de ter por escrito quantas páginas, quais, quem escreve os textos, em nome de quem fica o domínio e quanto custa manter. Esses cinco itens explicam quase todos os projetos abandonados que a gente encontra.
Continuidade e risco
Como sei que vocês não vão sumir como o fornecedor anterior?
Ninguém pode provar isso de antemão, e a resposta honesta não é uma promessa sobre nós. É o que sobra com você em qualquer cenário: domínio no seu CNPJ, conteúdo da sua empresa e nenhuma amarração para sair. Isso protege você da nossa saída também.
E se um dia vocês deixarem de atender?
O site continua no ar, porque o domínio está registrado no CNPJ da sua empresa e o conteúdo é dela. Nenhum acesso essencial fica só conosco. Ninguém pode prometer existir para sempre, mas dá para garantir que a saída de um fornecedor não derrube o seu site.
Quem continua o trabalho se a pessoa que me atende ficar indisponível?
Essa é uma das cinco perguntas que a página recomenda fazer a qualquer fornecedor, e ela vale para nós. O que protege o cliente na prática é o mesmo em todos os casos: escopo escrito, acessos no nome da empresa e conteúdo entregue, e não a promessa de que ninguém vai adoecer.
Existe fidelidade ou multa se eu quiser sair?
Não existe fidelidade nem taxa de saída. Parar é avisar. A mensalidade paga a operação de manter o site vivo, e não o direito de continuar usando o que você já pagou.
O que está incluído
Quem escreve os textos do meu site?
Nós escrevemos, a partir de uma conversa sobre o seu negócio. Esse é o item que mais faz projeto parar no Brasil, porque o dono não tem tempo nem é redator, e o arquivo do texto fica vazio por meses.
Depois de pronto, quem faz alterações de preço, foto e telefone?
Nós fazemos, dentro da mensalidade, a partir de um pedido por mensagem. Página nova dentro do tamanho contratado também entra. Quando o volume passa do degrau, a gente avisa antes e você decide se quer subir.
O que a mensalidade cobre exatamente?
Hospedagem, certificado de segurança, correções, alterações do dia a dia e as páginas novas dentro do tamanho contratado. Fora dela, o único custo é o registro do domínio, cerca de R$ 40 por ano no Registro.br, no nome da sua empresa.
Quanto tempo leva para o site ficar pronto?
Depende do tamanho, e o prazo real sai na primeira conversa, depois que a gente souber quantas páginas o projeto terá e o que dá para aproveitar do site anterior. A gente prefere dizer a data que dá para cumprir do que prometer uma curta e atrasar.
Depois de no ar
O que acontece com o site nos primeiros doze meses?
Coisas previsíveis: preço muda, o navegador aperta uma regra, o certificado de segurança vence, um serviço novo precisa de página e um dia aparece um erro. As cinco entram na mensalidade, combinadas por escrito antes de você pagar.
Preciso entender de tecnologia para acompanhar o projeto?
Não. Você conta como o negócio funciona numa conversa e aprova o que foi escrito antes de ir para o ar. Nenhuma etapa exige mexer em painel, entender termo técnico ou responder formulário de detalhe técnico.
Como acompanho se o site está trazendo resultado?
Pelo acompanhamento que entra junto com o projeto, mostrando quantas visitas chegaram, de quais buscas e quantos contatos saíram dali. O número que interessa não é visita, é contato: visita é vaidade, contato é caixa.
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As perguntas que vêm
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Faça as cinco perguntas.
Para nós também.

Conte o que já existe hoje, inclusive se o projeto anterior ficou pela metade. A gente volta com o escopo escrito, o prazo real e o preço fechado, e diz o que dá para aproveitar antes de qualquer pagamento.