O modelo pronto é barato e deixa a sua empresa igual a todas as outras que compraram o mesmo. O sob medida rende mais porque é feito para aparecer. Mas o erro que custa caro nos dois lados é o mesmo: tratar a decisão como uma escolha de aparência, quando o que decide é o conteúdo e a estrutura que vão dentro.
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Noventa e três em cada cem pessoas pesquisam na internet antes de tomar uma decisão de compra, segundo o State of Search Brasil, da Hedgehog Digital com o Opinion Box. Pesquisar significa abrir três ou quatro páginas de empresas diferentes e comparar.
O problema do modelo pronto aparece exatamente aí. O modelo que você comprou foi comprado por milhares de outras empresas, então existe uma chance real de a sua página e a do concorrente terem o mesmo desenho, os mesmos ícones e a mesma frase de abertura. Quem parece igual a todos não é lembrado por ninguém.
O mercado vende essa decisão como oito ou oitenta, e as duas pontas erram pelo mesmo motivo: as duas tratam o site como aparência. A resposta boa não está em nenhum dos extremos.
Compra um layout barato, publica e espera cliente. A página existe, é bonita, e não responde nenhuma dúvida de quem procura. Ninguém chega nela pela busca, porque não há o que encontrar dentro.
Um site que não traz contato custou 100% do que foi pago.Paga um projeto grande, espera meses de reunião e recebe uma página impecável de desenho, feita para impressionar quem já conhece a empresa. Também não foi construída para ser encontrada, e também não traz ninguém novo.
Desenho caro sem conteúdo é o mesmo erro, com fatura maior.Exclusivo no que faz diferença: o texto que responde a busca do seu cliente, uma página por dúvida, velocidade no celular e o caminho até a conversa. O resto não precisa ser reinventado.
Personalização é decisão de conteúdo, não capricho de desenho.58% das pessoas começam a pesquisa no Google, segundo o E-commerce Trends, da Octadesk com o Opinion Box, e o que disputa esse começo não é o layout: é o conteúdo e a estrutura que vão dentro dele. Um modelo pronto entrega a caixa vazia, bonita e igual à de todo mundo. O que vai dentro continua sendo problema seu.
A comparação normal é entre os preços de compra, e ela é a errada. Um site que não gera contato nenhum não custou pouco: custou tudo que foi pago, porque não devolveu nada. O preço só vira barato quando existe algum retorno para dividir por ele.
A mesma régua vale do outro lado, e é por isso que esta página critica os dois extremos. Um projeto caro que também não traz ninguém tem a mesma taxa de retorno do barato: zero, com fatura maior. O que muda a conta não é quanto se paga, é se a página foi construída para ser encontrada por quem procura o que você vende.
Site sem visita não dá prejuízo visível, e é por isso que o erro passa despercebido por anos. Ele não cobra mensalidade alta, não dá defeito e não reclama. Ele simplesmente não participa: quando o cliente pesquisa o serviço, aparece a página de outra empresa.
O custo real está no que não aconteceu, e isso não entra em planilha nenhuma. É por isso que a pergunta certa na hora de contratar nunca é "quanto custa", e sim "por qual busca esta página vai aparecer, e o que ela responde quando alguém chegar".
A tabela compara os três por critério de resultado, não por preço de compra. A coluna do meio é a que quase ninguém mostra, e ela custa mais que a primeira sem entregar mais que ela.
| Critério | Modelo pronto | Projeto caro sem estratégia | Construído para ser achado |
|---|---|---|---|
| Aparência | Igual à de quem comprou o mesmo | Exclusiva e impecável | Exclusiva, e a serviço do conteúdo |
| Quem escreve o texto | Você, no lugar do texto de exemplo | Você, quase sempre | A agência, a partir de uma conversa |
| Número de páginas | As que vieram no modelo | As que couberam no projeto | Uma por dúvida real do cliente |
| Aparecer na busca | Quase nunca acontece | Não foi objetivo do projeto | É o objetivo desde o começo |
| Velocidade no celular | Carrega o que serve a mil casos | Varia com o capricho visual | Só o que a página usa |
| Prazo | Rápido, e para no texto | Meses de reunião | Dito na primeira conversa, depois do escopo |
| Retorno | Costuma ser zero | Zero também, com fatura maior | Depende do conteúdo, e ele é feito |
Bastam cerca de 50 milissegundos para o olho formar uma opinião sobre uma página, segundo o estudo de Lindgaard, Fernandes, Dudek e Brown, publicado em Behaviour and Information Technology pela Carleton University.
Quase toda página sobre este assunto existe para dizer que modelo pronto nunca presta. Não é verdade, e dizer isso seria empurrar projeto para quem ainda não precisa dele. Nestes três casos, a gente recomenda o caminho mais barato mesmo perdendo a venda.
O negócio não abriu, o serviço ainda vai mudar de nome e o público não está definido. Investir em estrutura antes de saber o que vender é construir para derrubar depois.
Um evento, uma inscrição, uma campanha que dura três semanas. Se a página morre com a data, ela não precisa ser encontrada daqui a um ano.
Existe negócio que vive de contrato fechado, de licitação ou de indicação direta. Se a busca não é o caminho, o site tem outro papel, e um mais simples resolve.
O teste é de trinta segundos: abra o Google e pesquise o serviço que você vende, do jeito que um cliente digitaria. Se aparecerem concorrentes, existe demanda de busca no seu ramo, e um site que não é encontrado está deixando dinheiro na mesa todos os dias.
Se não aparecer quase ninguém procurando pelo que você faz, a busca não é o seu canal principal agora, e a gente vai dizer isso na primeira conversa em vez de vender o degrau maior. A recomendação nem sempre é o projeto mais caro, e às vezes é esperar.
O segundo erro é acreditar que exclusividade exige meses de processo. Boa parte do tempo de um projeto tradicional é gasto em decisão de estética, e estética não é o que faz alguém encontrar a empresa nem pedir orçamento. É trabalho de verdade, só que aplicado onde o retorno é menor.
A personalização que muda a conta é outra: é escrever o texto que responde a busca do seu cliente, decidir quais páginas existem e desenhar a peça que mostra o que está escrito. Isso exige entender o seu negócio, não exige vinte reuniões de aprovação de tonalidade.
Vai na pesquisa e na escrita. Descobrir o que o seu cliente pergunta, com que palavras ele procura, e transformar isso em páginas que respondem. É a etapa mais longa e a que menos aparece na proposta dos outros.
Vai no desenho do que está escrito. Cada peça visual da página existe para mostrar uma coisa que o texto afirma. Enfeite que não significa nada sai, e isso encurta o projeto em vez de alongar.
Do seu lado, o trabalho é uma conversa sobre o negócio e a aprovação do que foi escrito. O prazo real sai na primeira conversa, depois que a gente souber quantas páginas o site terá.
Site personalizado é um site cuja estrutura, texto e peças visuais são definidos a partir do negócio que ele representa, e não a partir de um modelo que já existia antes. A diferença não está no acabamento: está em quantas perguntas do cliente a página responde e em quão rápido ela abre.
O modelo vem com imagem de banco, e o paciente percebe. A decisão de saúde passa por reconhecer a estrutura e as pessoas que vão atender.
O que resolve: procedimento explicado e caminho de agendamento à mão.Cliente de contrato alto compara três escritórios antes de escrever. Página igual à do concorrente derruba a percepção de tamanho antes da primeira conversa.
O que resolve: uma página por área de atuação, escrita para a busca daquela área.Quem procura climatização ou energia solar quer preço e prazo. No modelo pronto, essa informação fica escondida atrás de menu e de seção institucional.
O que resolve: a resposta antes da apresentação, e o contato em um toque.Achei um site pronto por trezentos reais. Por que pagaria mais?
Se aquele site trouxer clientes, ele foi o melhor negócio da sua vida e a gente diz isso na cara. O que costuma acontecer é ele não ser encontrado por ninguém, e aí os trezentos reais viraram prejuízo inteiro em vez de investimento barato.
Site personalizado demora meses e dá trabalho para aprovar.
Demora quando o tempo é gasto decidindo estética. Aqui a pesquisa, o texto e o desenho são nossos, e o que sobra para você é uma conversa sobre o negócio e a aprovação do que foi escrito. O prazo real sai depois que a gente souber o tamanho.
Minha empresa é pequena. Preciso mesmo de personalizado?
Depende de uma coisa só: se as pessoas procuram o seu serviço na busca. Se procuram, ser encontrado importa mais para quem é pequeno do que para quem já é conhecido. Se não procuram, a gente recomenda o caminho mais simples.
E se eu não gostar do resultado depois de pronto?
Você vê a página antes de ela ir para o ar e pede ajuste, e o texto também passa pela sua aprovação. Ajuste dentro do escopo combinado não vira cobrança nova, e nada é publicado sem o seu aval.
Como garantir que não fico refém da agência?
O domínio é registrado no CNPJ da sua empresa desde o primeiro dia e não existe fidelidade nem taxa de saída. Alteração de texto, preço e foto é pedida por mensagem e feita por nós, dentro da mensalidade.
O Google pune site feito com modelo pronto?
Não existe punição por usar modelo. O que acontece é mais simples e mais difícil de resolver: o modelo costuma vir pesado e com pouco conteúdo, e página lenta com pouco texto perde para páginas que respondem melhor a pergunta digitada.
Vale a pena o modelo pronto quando a página é temporária, quando o negócio ainda está testando a ideia ou quando ninguém procura aquele serviço na busca. Nos outros casos, o modelo pronto costuma não ser encontrado, e um site personalizado compensa porque é construído para responder as buscas do cliente.
O erro mais comum é tratar a decisão como escolha de aparência. Nos dois extremos ele custa caro: o modelo barato entrega uma casca igual à de milhares de empresas, e o projeto caro sem estratégia entrega um desenho impecável que também não foi feito para ser encontrado.
Site personalizado é aquele cuja estrutura, texto e peças visuais são definidos a partir do negócio que ele representa, e não de um modelo que já existia. A diferença prática está em quantas dúvidas do cliente a página responde e em quão rápido ela abre no celular, não no acabamento visual.
Na Sturm Agency, R$ 2.500 de entrada mais R$ 125 por mês para até dez páginas, R$ 6.000 mais R$ 600 por mês de onze a sessenta páginas e R$ 12.000 mais R$ 600 por mês acima de sessenta com camada de cidade. Fora do projeto, o único custo é o domínio, cerca de R$ 40 por ano.
A campanha está no ar, o custo por clique é aceitável e o WhatsApp continua parado. Quase sempre o problema está na página que recebe.
E ele era o mesmo modelo, com outro logo. A partir daí a página deixa de passar autoridade e passa a passar coincidência.
Produto ou serviço novo que não cabe no modelo antigo e precisa de página própria para ser encontrado por quem procura só por ele.
Sem semanas de reunião e sem formulário gigante pedindo os textos. O trabalho pesado fica do nosso lado.
Se a conversa mostrar que o seu caso não pede um projeto personalizado agora, a recomendação vai ser essa, mesmo sendo a venda menor.
Cada página do seu site é uma porta de entrada no Google. Um site de uma página tem uma porta só. Um site com uma página pra cada cidade e cada serviço tem dezenas - e cada uma pode ranquear e trazer cliente sozinha.
É isso que a Sturm entrega na criação de sites com SEO local: no lugar de um cartão de visita parado, um site que trabalha o mês inteiro pra te colocar na frente de quem está perto e já procurando o que você vende.
Arraste os controles com os números do seu negócio e veja o potencial no mês.
O que define o degrau é o número de páginas, porque é o número de páginas que define quantas perguntas o seu site consegue responder. Cada página é uma porta de entrada a mais na busca.
Acima disso, o projeto sai por orçamento. A mensalidade cobre hospedagem, segurança, manutenção, alterações do dia a dia e as páginas novas. Fora dela, o único custo é o domínio, cerca de R$ 40 por ano, pago direto no Registro.br e registrado no nome da sua empresa. Não há fidelidade nem taxa de saída, e o preço é o mesmo hoje e no mês que vem.
Quantas páginas, o que entra, o que não entra e quanto custa a manutenção. Se não está escrito, não foi combinado.
O domínio é registrado no nome da sua empresa e você pode parar quando quiser, levando o endereço com você.
Aqui não se publica número de cliente sem resultado medido. Quando houver, ele aparece com nome, ramo e autorização de quem foi atendido.
Também não prometemos primeiro lugar no Google, número de vendas nem resposta garantida da inteligência artificial. Ninguém controla isso, e quem promete está prometendo o que não entrega. O que dá pra garantir é o que depende da gente: a página funcionar no celular, ser rápida, estar escrita para busca e ter o escopo cumprido.
Os dados de quem preenche o formulário são tratados conforme a Lei Geral de Proteção de Dados.
Os sete itens que você deve exigir de qualquer proposta, com a pergunta exata para fazer.
Qual formatoA régua de decisão aberta e as cinco etapas do processo, sem caixa preta.
Antes de tudoPor que o perfil não substitui o endereço próprio, e o que muda quando a conta é restringida.
Se for um dos três casos em que o modelo pronto resolve, a recomendação vai ser essa. Se não for, a gente volta com o escopo escrito, o prazo real e o preço fechado, antes de qualquer pagamento.